Conferência “ Crise das relações humanas – Problemas e soluções”
No passado dia 17 de Fevereiro, a Nova Acrópole Lisboa abriu as suas portas para realizar mais uma das diferentes actividades públicas que tem vindo a celebrar nas tardes de sexta-feira. Nesta ocasião pudemos assistir à conferência intitulada “Crise das relações humanas – Problemas e soluções”, por Selma do Nascimento, filósofa e membro da Nova Acrópole.
O tema foi abordado na sua vertente mais prática: quando e onde começou a crise das relações humanas? Longe de se perder em justificações sem sentido, a conferencista assinalou a actual perda de valores como causa directa do problema. Como consequência dessa perda de valores, afirmava, o ser humano desconectou-se de si mesmo e perdeu o rumo, esquecendo-se dos objectivos da sua vida. Ao não ter claro qual é a sua missão na vida, anda perdido, desconcertado e arremete contra os outros porque se tornou frágil.
Como Lidar com a Depressão
No passado dia 10 de Fevereiro, o espaço D.Dinis, na sede da Nova Acrópole de Lisboa foi palco de uma conferência proferida por José Ramos, médico de Medicina Tradicional Chinesa e também Director da Nova Acrópole de Coimbra. O tema abordado não poderia ser mais actual: como lidar com a depressão.
O conferencista começou por desmitificar o que pensamos ser estar deprimido, afirmando que um dos maiores enganos actuais é precisamente pensarmos que estamos deprimidos, quando o que verdadeiramente sentimos é mal-estar. Esse mal-estar é causado pelas dificuldades e problemas que fazem parte da Natureza Humana o que, erradamente, é utilizado como sintoma e, portanto, como base de diagnóstico de doença mental. Como solução, surge o fácil e apelativo caminho da medicação que acaba por nos afastar cada vez mais do problema, aumentando assim as dificuldades que teremos em lidar com ele.
A Deusa Lua e o Eterno Feminino
No passado dia três de Fevereiro 2012 realizou-se na sede da Nova Acrópole, em Lisboa, mais uma conferência, cujo tema era A Deusa Lua e o Eterno Feminino. O Professor José Carlos Fernández continua assim o Ciclo de Conferências sobre «A Doutrina Secreta de H.P. Blavatsky Simbologia Arcaica», que se tem vindo a realizar ao longo último ano.
Os vários simbolismos da Lua foi o mote para o início da exposição, considerando o conferencista que a Lua representa o tempo, a vida, a ressurreição, é como um altar de uma luz fria, uma chama que não dá calor, e daqui advém talvez o seu mistério. No entanto, o modo de olhar a lua não foi constante ao longo das várias civilizações, ela pode ser considerada como um símbolo feminino (espelho de luz), masculino (geradora) e até andrógino, consoante as necessidades específicas dos povos. Foi sempre alvo de evocações pelas antigas civilizações e ainda hoje se pode considerar como um dos símbolos naturais mais poéticos e místicos.
De todas as possíveis interpretações apresentadas do seu simbolismo talvez as mais presentes na cultura actual sejam a sua relação com os ciclos do tempo e sua representação do eterno feminino. Os sete dias da semana são regidos pela lua que são a quarta parte de todo o seu ciclo, assim a base da medida do tempo surge da Lua. Por outro lado representa o eterno feminino, a mãe, a irmã e a esposa; a Sabedoria pura que não altera o valor das coisas, mas sim aquela que as vê exactamente como são, o espelho da verdade.
Tintim e a Afrodite de Ouro – Qual o Segredo para a Eterna Juventude?
�
No passado dia treze de Janeiro realizou-se na sede da Nova Acrópole, em Lisboa, mais uma conferência, cujo tema era Tintim e a sua Eterna Juventude. O conferencista, Cleto Saldanha, iniciou a exposição com duas perguntas: Qual a razão para a Nova Acrópole, uma escola de filosofia, realizar uma conferência sobre um personagem de banda desenhada? Qual a ponte que se pode fazer entre Tintim e a Filosofia? A ligação é que qualquer história, quando bem efectuada, pode fazer o ser humano atingir certas realidades mais elevadas. Quando as histórias contêm os Arquétipos activam não só a parte psicológica, mas também fazem vibrar a Alma. E assim acontece com Tintim, um jovem repórter com todas as características que quase todos gostaríamos de ter. Ele é inteligente, valente, astuto, incorruptível, simples, sereno e Bom.
Tintim simboliza, essencialmente, a juventude interior. O facto da sua imagem não se alterar com a passagem do tempo representa a Alma, que vai acumulando experiências, amadurecendo e rejubilando cada vez mais com a passagem do tempo. Tintim é uma Alma Grande, e isso evidencia-se nas atitudes que tem perante os problemas que vão surgindo ao longo das suas aventuras. Tem a segurança de alguém que já passou por aquelas situações, quase não tem dúvidas sobre qual a melhor forma de actuar, não perde tempo e nunca se acomoda perante as dificuldades, nem se angustia ou perde o controlo. Os problemas não o afectam emocionalmente, e mesmo quando está em situações de risco analisa com discernimento qual a melhor solução, e rapidamente a executa. Afinal, os “Deuses protegem os audazes”!
Ler mais →
“Conta – contos: Histórias de sempre”
A Nova Acrópole de Aveiro, em parceria com o IPJ (Instituto Português da Juventude )de Aveiro, realizou mais uma actividade direccionada aos “Homens de amanhã”, ou seja, as crianças de hoje, dinamizada pela voluntária da Nova Acrópole Sónia Oliveira, conhecida entre as crianças por Íris, a contadora de histórias. Foi mais uma actividade dentro do tema “Conta – Contos: Histórias de sempre”, um projecto que pretende através das personagens das histórias resgatar valores que teimam em viver nas sombras.
Conferência «Há vida depois da morte?»
No dia 29 de Outubro, sábado, teve lugar na Nova Acrópole de Aveiro uma conferência que abordou o tema da vida após a morte. Partindo de um leque de experiências pessoais que a psicanálise tem trazido a público, tais como memórias pré-natais ou memórias de vidas passadas, bem como de relatos de experiências de quase morte, onde a pessoa experimenta estados de consciência fora do seu corpo, o orador, Prof. João Ferro, tentou enquadrar estas experiêncas entre o conceito que a ciência actual tem do Homem e o conceito clássico do mesmo. E a consciência produto do cérebro físico? Ou a consciência utiliza o cérebro físico como veículo?
Conferência «Simón Bolívar – A Epopeia de um Visionário e o Ideal da Unidade»
«Andei a arar no Mar»
Simón Bolívar
No passado dia 11 de Novembro, pelas 19h30, teve lugar no Espaço D. Dinis da Nova Acrópole em Lisboa, uma interessante conferência sobre Simon Bolivar, a universalidade do homem e a heroicidade do civilizador. O orador, Daniel Oliveira, investigador na área de filosofia e estudioso desta personagem histórica há vários anos, deu a conhecer os dados biográficos do venezuelano que mudou toda a geografia e pensamento na América do século XIX. A plateia vibrou ao som dos feitos do grande herói que contactou com Napoleão, com o representante papal da época…, viajou por toda a Europa e o mundo, sonhou a união dos países qual União Europeia na América do Sul que baptizou de Grande Colômbia, inspirou-se em clássicos da literatura, filósofos da antiguidade e modernos como Rousseau.



