Conferência, “Que lições de ciência e vida nos ensina um diamante”

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No dia 9 de Fevereiro, a Nova Acrópole de Lisboa em parceria com a Biblioteca Coruchéus, deu continuidade à série “Que lições de ciência e vida nos ensina …” com a apresentação do tema “Que lições de ciência e vida nos ensina um diamante” pelo professor José Carlos Fernández, Director da Nova Acrópole de Portugal.

O orador falou-nos como o diamante é constituído por um dos elementos básicos da natureza o Carbono. Cristalizando na forma geométrica dum dodecaedro este carbono fica muito estável e transparente, tornando-se no mineral com maior dureza, mas que é atravessado pela luz sem a menor resistência.

Devido à sua beleza e valor monetário tem-se tentado fabricar diamantes, no entanto, pouco se sabe sobre a sua origem o que faz com que apenas se consiga criar um diamante de maior volume à volta dum diamante de menores dimensões, a semente. É tido como certo que os diamantes vêm do interior da terra e que cristalizam a grande pressão, no entanto o processo não consegue ser reproduzido.

Na antiguidade dizia-se que os diamantes são como estrelas no céu e esotéricamente fala-se de que para que este se forme é necessário que os raios cósmicos cheguem a um determinado ninho, conjunto de elementos, o que daria origem à semente a partir da qual se multiplicariam os diamantes.

Tradicionalmente, tanto no oriente como no ocidente o diamante é usado como símbolo de pureza, da perfeição, do inconquistável, na idade média dizia-se que os diamantes eram as lágrimas dos Deuses.

Para finalizar a exposição o Professor José Carlos Fernández referiu que, para fazer uma alma de diamante há que desenvolver a partícula celeste, a estrela que existe dentro de cada um de nós.

Equipa de Redacção da Nova Acrópole
CM

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