Subdirectora da N. A. Oeiras-Cascais recebeu prémio no Greenfest

A subdirectora da Nova Acrópole Oeiras-Cascais, Severina Gonçalves, recebeu no passado sábado, 8 de Outubro de 2016, no Greenfest o Prémio de Sustentabilidade “Professor Carlos Barbosa”.

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Esta primeira edição de Ideias de antigamente promovem o ambiente destacou o projecto com a melhor ideia inovadora na área do ambiente e sustentabilidade, integrando os cidadãos. Como é referido no site oficial do Município de Santarém, «este prémio visa reconhecer publicamente a criatividade e espírito empreendedor dos cidadãos que apresentem um projeto com uma ideia inovadora na área do Ambiente e Sustentabilidade, que fomente boas práticas ambientais, envolva e comprometa os cidadãos com modelos de desenvolvimento sustentável e priorize as políticas ambientais no debate do desenvolvimento territorial.».

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A sessão de entrega do Prémio teve lugar no espaço do Município de Santarém nesta 9ª edição do Greenfest, o maior encontro nacional na sua área, e contou com a presença da Vereadora Inês Barroso, Maria João Cardoso, Chefe da Equipa Multidisciplinar de Acção para a Sustentabilidade da Câmara Municipal de Santarém, do mentor do evento Pedro Norton de Matos, e do Mestre e artesão Artur Fonseca que confeccionou artesanalmente e segundo método antigo o tanho em bunho que foi oferecido à premiada. Na sessão, a Vereadora Inês Barroso focou a excelência do trabalho desenvolvido pela EMAS do Município e a premiada destacou a importância deste projecto, levado a cabo pela Equipa Multidisciplinar do Município de Santarém, chegar aos mais jovens dentro e fora do concelho. Enquanto coordenadora do programa transforma(TE) na Nova Acrópole Oeiras-Cascais enfatizou o empenho desta instituição de formação em assegurar a sensibilização e passagem de testemunho dos mais velhos aos mais jovens, não esquecendo a compreensão do ciclo da natureza, que o Homem integra e dá continuidade ao trazer para o interior da habitação, já transformado, o bunho sob a forma de mobiliário. Esta arte teve o seu expoente sobretudo até aos anos 70 do século XX implicando significativos índices de exportação. Hoje é “uma arte a recuperar e a revalorizar também pelos mais jovens, assegurando doravante a sua preservação realmente sustentável” segundo afirmou Severina Gonçalves. Pedro Norton de Matos encerrou as alocuções frisando que um dos objectivos do Greenfest é colocar em contacto aqueles que se preocupam com os problemas da sustentabilidade e felicitou esta iniciativa. Por último, o mestre Artur Fonseca entregou o prémio a Severina Gonçalves.

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